domingo, 22 de outubro de 2017

Há 21 anos, terminava a novela Colégio Brasil



No dia 21 de setembro de 1996, o SBT reapresentava o último capítulo de Colégio Brasil, simpática trama nacional exibida na faixa das 18 horas. Escrita por Yoya Wursch e dirigida por Roberto Talma, a trama era protagonizada por Giuseppe OristanioMaria PadilhaTaumaturgo FerreiraEdwin Luisi e Patrícia de Sabrit.
A trama tinha como cenário principal o Colégio Brasil, instituição dirigida pelo professor Edmo (Edwin Luisi) e girava em torno do cotidiano da escola, mostrando a relação entre funcionários, professores e alunos de duas turmas principais, uma de crianças e outra de adolescentes. A história começa quando o Colégio Brasil abre as portas para o início de um novo ano letivo, e recebia seu mais novo professor: Lancelotti (Giuseppe Oristanio), que chega para lecionar literatura. Lancelotti chega e cai nas graças da turma de jovens, com seu jeito moderno e arrojado de ensinar.
Graças a esta postura, Lancelotti já começa o ano batendo de frente com Edmo, um homem conservador e que não vê com bons olhos os métodos de ensino do professor. Ao mesmo tempo, Lancelotti reencontra no Colégio Brasil uma paixão do passado, Nair (Maria Padilha), a amargurada e autoritária inspetora de alunos da escola. Nair e Lancelotti passam a viver uma relação de “gato e rato”, se alfinetando o tempo todo. A inspetora fica ainda mais irritada quando percebe que Lancelotti está interessado na professora Júlia (Patrícia de Sabrit), a doce líder da turma de crianças. O problema é que Júlia namora Mac (Afonso Nigro), o professor de Educação Física, formando um “quarteto amoroso”.
Quem também se dá muito bem com Lancelotti é Miss Daisy (Ítala Nandi), a nova professora de inglês do Colégio Brasil. Com espírito hippie e libertário, a divertida “teacher” também cai nas graças da turma de adolescentes, chegando a se envolver com Pã (Fausto Maule), seu aluno. No entanto, Miss Daisy guarda um segredo desconhecido por todos: ela é, na verdade, Margarida, irmã da falecida esposa de Edmo. Ela chega ao Colégio Brasil para se aproximar do diretor e investigar os mistérios que envolvem a morte da irmã. Mistérios, aliás, que passam por Osvaldo (Henri Pagnocelli), o aparentemente pacato zelador do Colégio Brasil, que também foi apaixonado pela mulher de Edmo. Atualmente, ele é casado com Tereza (Claudia Lira), a ambiciosa cantineira. Os dois criaram Manoel Boi (Taumaturgo Ferreira), um jovem com problemas mentais que se apaixona por Tininha (Ana Kutner), filha de Edmo. A jovem acaba se apaixonando por ele também, para desespero de seu pai.
Colégio Brasil também tinha espaço para discutir os problemas típicos e cotidianos das crianças e adolescentes. A turma de crianças, formada por Paulinho (Rafael Pongelupi), Maria João (Juliana Poletti), Gaio (Arnaldo Barone), Fernanda (Júnia Machado Pereira), Raphael (Murilo Troccoli), Fogueira (Bruna Marcotti), Alex (Emerson Muzelli), Leni (Sofia Papo), Cristiano (Kaíto Ribeiro), Luíza (Andreá Dietrich), Bruno Mattos (Diego Ramiro), Bruno Alencar (Hemílcio Fróes) e Antônia (Paloma Bernardi) estavam sempre brincando e aprontando das suas. Já a turma de adolescentes, composta por Tininha, Pã, Vinícius (Gustavo Haddad), Mírian (Jacqueline Cordeiro), Virgínia (Walesca Praxedes) e Mary Louca (Jerusa Franco) discutiam questões típicas da idade, como primeiro amor, sexo, drogas e comportamento.
Colégio Brasil foi uma novela produzida pela JPO Produções e estreou no dia 06 de maio de 1996, mesmo dia em que entrou no ar, também, Antônio Alves, Taxista e Razão de Viver. A trama tinha uma história simpática e um bom elenco, no qual se destacou o casal vivido por Giuseppe Oristânio e Maria Padilha. Aos poucos, as brigas constantes de Lancelotti e Nair se tornam novamente amor, fazendo com que a inspetora se tornasse uma pessoa menos amarga. Destaque também para a trilha sonora, composta pelo tema de abertura “Chuva na Roseira”, com a cantora paulista Mônica Salmaso, e também canções interpretadas por Tom Jobim, João Marcelo Bôscoli, Adriana Calcanhoto e Djavan.
Reveja a abertura de Colégio Brasil:

Maria Padilha no elenco do filme O Candidato honesto 2


Em breve novidades ...

Depoimento - Maria Padilha / Anjo Mau

sábado, 21 de outubro de 2017

Maria Padilha no lançamento do livro de Luciana Pessanha colaboradora de babilônia


Juntos há três anos, Maria Padilha e namorado brincam ao serem clicados por paparazzo


Em rara aparição, Maria Padilha, 57 anos, foi clicada ao lado do namorado, Breno Souza, de 30, num shopping, na Zona Sul do Rio. Ao avistarem o paparazzo, os dois decidiram brincar com ele, na maior simpatia.
Maria Padilha e Breno Souza: há três anos juntos Foto: Cristiana Silva

Workshop Maria Padilha


Amiga e parceira da Spectaculu há mais de uma década, a atriz e diretora Maria Padilha ofereceu um workshop sobre Shakespeare para jovens da Spectaculu. Com grande experiência no teatro, cinema e televisão, Maria assistiu com os alunos à versão cinematográfica de “Sonho de Uma Noite de Verão” (1999) e debateu com eles aspectos da peça teatral escrita há quase 500 anos pelo maior dramaturgo de todos os tempos.







domingo, 5 de junho de 2016

De vestidinho dourado, Maria Padilha vai a baile com o namorado


Não é amor só de carnaval. Há quase dois anos juntos, o namoro de Maria Padilha e Breno Souza segue firme e forte. O casal esteve na madrugada de quinta-feira para sexta no Baile do Sarongue, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, e foi embora de mãos dadas.


Maria Padilha e Breno Souza deixam o Baile do Sarongue de mãos dadas
Maria Padilha e Breno Souza deixam o Baile do Sarongue de mãos dadas Foto: Sandro Cardozo
Maria Padilha acaba de deixar a novela "A regra do jogo". Claudine, sua personagem, morreu na noite de núpcias de seu casamento com Feliciano (Marcos Caruso).

Artistas posam com seus filhos adotivos para livro sobre o tema

Maria Padilha e Manoel: "É um amor tão grande, que desconhecia que poderia amar tanto alguém", afirma ela (Foto: Luiz Garrido)


Maria Padilha
"Manoel chegou aos 5 meses de vida, e meu amor por ele aumenta a cada dia. É um amor tão grande, que desconhecia que poderia amar tanto alguém. O coração se alarga de tanta alegria. O começo da habilitação não foi uma boa lembrança, pois nas palestras que temos que participar, recebemos um balde de água fria. Só colocam dificuldades, problemas, doenças, etc. Parece que desestimulam a adoção de propósito, como se não existissem tantas crianças abandonadas. Depois encontrei uma assistente social em Búzios que foi muito positiva. No dia que recebi a ligação dizendo que meu filho tinha chegado, larguei tudo e corri para vê-lo. Quando estive com ele, sabia que era meu fi lho. Não tinha nada em casa e precisei de uma semana para comprar o enxoval. A emoção foi enorme. Manoel é um verdadeiro presente. Super carinhoso, sociável, amoroso, sorridente e adora beijar as pessoas. Ele se parece comigo, nas qualidades e até nos defeitos. Só não pode ficar com fome ou com sono. Daí, vira um verdadeiro Hulk!"